<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Impressões Literárias</title>
	<atom:link href="http://impressoesliterarias.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://impressoesliterarias.wordpress.com</link>
	<description>O Impressões Literárias nasceu da vontade de falar sobre literatura, das conversas de bar, da paixão que sentimos em discutir autores e livros.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 29 Apr 2009 18:27:10 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<cloud domain='impressoesliterarias.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://www.gravatar.com/blavatar/0d58d8150005547ef86309bc1d4076df?s=96&#038;d=http://s.wordpress.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title>Impressões Literárias</title>
		<link>http://impressoesliterarias.wordpress.com</link>
	</image>
			<item>
		<title>Casa Tomada, de Julio Cortázar</title>
		<link>http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/19/casa-tomada-de-julio-cortazar/</link>
		<comments>http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/19/casa-tomada-de-julio-cortazar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 03:27:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodmoioliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://impressoesliterarias.wordpress.com/?p=10</guid>
		<description><![CDATA[ Casa Tomada é um conto de Julio Cortázar que foi primeiramente publicado na revista Anales de Buenos Aires por Jorge Luis Borges, e depois compilado com outros contos do autor no livro Bestiário, de 1951. Não pretendo fazer aqui uma análise formal do conto de Cortázar, muito menos fixar uma interpretação de revelaria o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesliterarias.wordpress.com&blog=3145727&post=10&subd=impressoesliterarias&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p> <span style="font-style:italic;">Casa Tomada</span> é um conto de Julio Cortázar que foi primeiramente publicado na revista Anales de Buenos Aires por Jorge Luis Borges, e depois compilado com outros contos do autor no livro Bestiário, de 1951. Não pretendo fazer aqui uma análise formal do conto de Cortázar, muito menos fixar uma interpretação de revelaria o sentido último do mesmo. Os bons contos, principalmente os de Cortázar, são finalizados na cabeça do leitor, sem a pretensão de respostas fáceis e ordinárias.</p>
<p>Não obstante o universo infinito de interpretação, existem limites a serem respeitados dentro da leitura de um texto. Como na geometria euclidiana, um segmento de reta contém infinitos pontos, mas ainda assim não abrange a totalidade de pontos do plano em que está traçado. Tenho apenas o objetivo de articular as possibilidades de leitura do conto de Cortázar com uma temática que julgo importante, mas que ao mesmo tempo é suscitada pelo conto: a questão da memória e do esquecimento.<br />
<img src="http://lopezbooks.com/images/kl/013570.jpg" align="right" height="244" width="360" /><br />
O enredo é relativamente simples: o narrador e sua irmã, Irene, imersos na trivialidade da realidade cotidiana, têm a casa onde residem tomada. Tomada pelo que? Não sabemos. Forças ocultas, entidades insondáveis, forças irracionais, difícil dizer. Entretanto, Cortázar se utiliza neste conto de um recurso metafórico clássico: a realidade objetiva da casa como representação da realidade subjetiva dos personagens.</p>
<p>Desde o princípio do conto a casa é a figuração de uma preservação: a memória dos parentes, da infância e da história dos personagens. Não é a toa que a casa é grande e espaçosa, Irene e seu irmão já não são jovens, e ambos chegaram a um estado de suas vidas onde a companhia de cada um lhes bastava. Dentro desse universo estruturado, tingido pela coagulação da memória, a casa desempenha o papel de espelho material desse universo preservado. A vida é rotinizada, bem com a relação entre os personagens: fazem sempre as mesmas coisas, nos mesmos horários, do mesmo jeito. O imobilismo dessas relações e rituais cotidianos representa a fixidez de suas histórias e da memória, que deve ser sempre límpida, constantemente relembrada e vivenciada: &#8220;Fazíamos a limpeza pela manhã, levantando-nos às sete(&#8230;)Era agradável almoçar pensando na casa ampla e silenciosa e em como nos bastávamos para mantê-la limpa&#8221;.</p>
<p>Frente à preservação e à conservação, o esquecimento e a destruição da memória: a parte dos fundos é tomada. Parte esta (além da porta de carvalho) que raramente era visitada, a não ser dentro do itinerário diário de tirar as poeiras dos móveis. A coloração da vida perde mais alguns tons: a biblioteca com livros franceses, um par de chinelos, um cachimbo de zimbro, todos prisioneiros da parte tomada da casa. A penosa existência depois do grave acontecimento dura pouco. A realidade volta a tomar os contornos fixos de uma renovada realidade imóvel, constante, sempre existente, e os personagens seguem em seu cotidiano ordinário e regulado. Nós somos o que nós lembramos que nós somos, e como bem coloca o narrador do conto: &#8220;Estávamos bem, e pouco a pouco começávamos a não pensar. Pode-se viver sem pensar.&#8221; Conjuntamente com a destruição da memória e da história, o esfacelamento das identidades, da vida material necessária para sustentação da saúde psíquica, da realidade confortável e bem contornada.</p>
<p>A perda material dos indícios da realidade existente leva, como que por presdigitação, ao esquecimento da realidade perdida e, por conseguinte, à sua inexistência. A oposição conceitual entre realidade e linguagem é quebrada. Ambas estão entranhadas, e já é impossível distinguir uma da outra. O mundo não está “lá fora” pronto para ser descoberto, é preciso também produzir o mundo, torná-lo inteligível, inseri-lo dentro do universo conceitual que nos permita transformá-lo.</p>
<p><img src="http://www.polemikos.com/imagem2/foto_memento.jpg" align="left" height="300" width="255" /></p>
<p>A mesma coisa acontece com Leonard Shelby, personagem do filme <span style="font-style:italic;">Amnésia</span>, de Christopher Nolan. Sua identidade, memória e história são cacos estilhaçados de um espelho partido, onde sua figura é refletida de maneira vacilante e disforme. Na tentativa de montar o quebra-cabeça, Leonard cai em contradições, falsos fins e falsos começos. Sua incapacidade de reter novas memórias o torna incapaz de se reconhecer frente a sua auto-imagem, em um presente contínuo eterno, onde não existe tempo, nem causalidade, nem cura. Tempo imóvel que não arrefece o instinto de vingança, não distende a dor, mesmo que o assassino de sua mulher já esteja morto. Mesmo que ele tenha o matado, ele não sabe, ele não se lembra.</p>
<p>Leonard diz, em certa parte do filme, que sua mulher precisa ser vingada, e se convence de que mesmo sendo incapaz de lembrar, a memória não muda a significação de seus atos. Leonard era um detetive, seu trabalho se baseava em evidências, provas concretas, indícios consistentes. Como ele mesmo diz, a memória pode mudar a cor de um carro, a fisionomia de um rosto, o dia exato de um acontecimento. Mas provas são imutáveis, inalteráveis e, acima de tudo, confiáveis. Por isso as tatuagens: sendo incapaz de reter os fatos em sua memória, Leonard os retém fisicamente, materialmente em seu corpo, como uma maneira permanente de tomar notas. Leonard rejeita o relativo e o impreciso, pois busca a revelação da realidade, e de sua verdade, como se ela estivesse materialmente fixada na cor de um carro, na fisionomia de um rosto, no dia exato de um acontecimento. Mas é preciso lembrar: o contrário de relativismo não é “a verdade”, é o absoluto, a tragédia sem fim, eterna, imutável.</p>
<p>Não obstante tratem de uma mesma percepção da importância da memória para a manutenção do conhecimento, da realidade e da identidade, o filme <span style="font-style:italic;">Amnésia </span>e o conto <span style="font-style:italic;">Casa Tomada</span> possuem itinerários invertidos. Enquanto Leonard recorre a indícios, vestígios e reminiscências materiais do passado para remontar uma realidade perdida, os personagens de <span style="font-style:italic;">Casa Tomada</span> contemplam passivamente a destruição da suas memória e história, e, por fim, de suas identidades. Irene e seu irmão, assim como Leonard, são assaltados pelo absoluto, pela corrosão incontornável da realidade, pelo esquecimento.</p>
<p>Em contrapartida, o antípoda alegórico dessa realidade dentro do universo literário é representado por Jorge Luis Borges em seu conto <span style="font-style:italic;">Funes, o memorioso</span>, do livro <span style="font-style:italic;">Ficções</span>. Funes nunca se esquece, não tem capacidade de abstração, nem articulação intelectual, pois o <span style="font-style:italic;">topos </span>de sua tragédia está localizada no registro oposto: a incapacidade de esquecer, a incapacidade de refrear as lembranças. Sua inépcia em lidar com o mundo reside em sua incapacidade de entendê-lo formalmente, de maneira abstrata. A realidade transborda para todos os lados em uma miríade de relações impossíveis de serem captadas.</p>
<p>Seja em <span style="font-style:italic;">Casa Tomada</span>, no filme <span style="font-style:italic;">Amnésia </span>ou em <span style="font-style:italic;">Funes, o memorioso</span>, as relações entre memória e esquecimento estão estruturadas de maneira a revelar uma mesma congruência: que elas possuem uma importância muito maior para a construção e preservação da nossa realidade e do nosso conhecimento do que estamos dispostos a reconhecer.</p>
<p>Julio Cortázar. <i>Bestiário</i>. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/impressoesliterarias.wordpress.com/10/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/impressoesliterarias.wordpress.com/10/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/impressoesliterarias.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/impressoesliterarias.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/impressoesliterarias.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/impressoesliterarias.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/impressoesliterarias.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/impressoesliterarias.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/impressoesliterarias.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/impressoesliterarias.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/impressoesliterarias.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/impressoesliterarias.wordpress.com/10/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesliterarias.wordpress.com&blog=3145727&post=10&subd=impressoesliterarias&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/19/casa-tomada-de-julio-cortazar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/5dffdf4e7e49610c628cee703fe82312?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">rodmoioliveira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://lopezbooks.com/images/kl/013570.jpg" medium="image" />

		<media:content url="http://www.polemikos.com/imagem2/foto_memento.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Complexo de Portnoy, de Philip Roth</title>
		<link>http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/19/complexo-de-portnoy-de-philip-roth/</link>
		<comments>http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/19/complexo-de-portnoy-de-philip-roth/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 03:19:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodmoioliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Romances]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://impressoesliterarias.wordpress.com/?p=9</guid>
		<description><![CDATA[ 
O Complexo de Portnoy, do autor americano Philip Roth, foi escrito em 1969, no auge da revolução social e sexual que permeava todo um movimento de contestação aos valores da velha ordem, da continuidade, da fixidez puritana. O estilo de Roth é corrosivo, sua lucidez é contundente, seu humor é desconcertante. Calcado fortemente nas apresentações [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesliterarias.wordpress.com&blog=3145727&post=9&subd=impressoesliterarias&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p> </p>
<p><img class="alignleft" title="O Complexo de Portnoy" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img8/277128_4.jpg" alt="" width="300" height="400" />O Complexo de Portnoy, do autor americano Philip Roth, foi escrito em 1969, no auge da revolução social e sexual que permeava todo um movimento de contestação aos valores da velha ordem, da continuidade, da fixidez puritana. O estilo de Roth é corrosivo, sua lucidez é contundente, seu humor é desconcertante. Calcado fortemente nas apresentações de stand-up comedy de Lenny Bruce e no fino humor de Woody Allen, o livro se apresenta como uma interminável piada de judeu, e seria muito mais engraçado se não fosse trágico.</p>
<p>Portnoy é um bem sucedido advogado judeu que, junto ao seu psicanalista, Dr. Spielvogel, tenta resolver suas frustrações sexuais e conter suas impulsividades lacinantes. No divã, Portnoy fala de sua infância, de sua mãe controladora e onipotente, de seu pai subserviente e vendedor de seguros, de sua irmã balofa e sem voz, de uma atmosfera injetada de auto-comiseração judaica e de um mundo onde a tradição familiar é uma forçosa corda no pescoço, pronta a estrangulá-lo a qualquer momento, principalmente se ele misturar carne com leite, ou for pego se masturbando no banheiro, inebriado pelas coisas do sexo.</p>
<p>Portnoy vive em uma constante contradição. Seu complexo: fortes impulsos éticos e altruístas em contraposição a anseios sexuais extremos, comumente imbuídos de uma natureza pevertida, tudo isso ligado a um avassalador sentimento de culpa e a uma incapacidade de sentir prazer. Durante o livro, narrado em primeira pessoa, toda sua vida é repassada na tentativa de encontrar a cura para seu complexo. Portnoy é um devasso em um mundo repressor e punitivo, é uma peça sem encaixe na máquina das relações socialmente aceitas, é uma mancha em um vestido de gala, feito para a ostentação e para o deslumbramento, mas que traz o repugnante estigma do perverso, da depravação e do desvio, em um mundo que não permite a diferença, a alteridade e as roupas manchadas.</p>
<p>Somos guiados pela escrita precisa e fluída de Roth através do monólogo lamentoso e hilário de Portnoy, em seus assombros e desencontros, em seus desatinos e confusões, gargalhando de sua vida vazia e sem sentido, sem prazer, sem gozo, paralizada pelo medo e culpa, pelas normas sociais impostas e arbitrárias, pelo desejos e impulsos imponderáveis. Portnoy tenta incessantemente fugir de sua natureza corrompida e nefasta, incapaz de se hamonizar com o universo insípido e asséptico em que vive, apenas para cair em mais trangressões e disparates, para se chafurdar mais uma vez na vida real, com seus suores, com sua sujeira, com seus desejos humanos (e como são humanos, somos nós!) e mundanos, com uma boa trepada, com o belo sexo de uma bela mulher. Portnoy busca a vida real, com toda a lama que ela pode proporcionar, mas esse mundo é demasiamente sujo para ser aceito e integrado em seu próprio eu. Sua culpa não permite, sua educação rejeita, seus ideais vociferam e o aterrorizam.</p>
<p>Rimos compulsivamente de Portnoy, e rimos de nós mesmos. Seus sofrimentos são caricaturas genuínas de nosso próprio mal-estar, do nosso próprio desencontro entre pólos conflitivos, entre a razão e o desejo, entre a compreensão e o devaneio. Brutalizado pelas suas escolhas, pelos seus desejos, pelos seus sentimentos, Portnoy tenta fugir, sumir de si mesmo, se abstrair e busca a cura terapêutica. Seu final é ambíguo, pois não nos é possivel saber se essa cura será a aceitação de si mesmo, com todos os seus desatinos (desatinos?), ou a conformidade às normas que tanto o levam a destruição de si mesmo&#8230;.</p>
<p>Philip Roth. <em>Complexo de Portnoy</em>. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/impressoesliterarias.wordpress.com/9/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/impressoesliterarias.wordpress.com/9/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/impressoesliterarias.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/impressoesliterarias.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/impressoesliterarias.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/impressoesliterarias.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/impressoesliterarias.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/impressoesliterarias.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/impressoesliterarias.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/impressoesliterarias.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/impressoesliterarias.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/impressoesliterarias.wordpress.com/9/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesliterarias.wordpress.com&blog=3145727&post=9&subd=impressoesliterarias&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/19/complexo-de-portnoy-de-philip-roth/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/5dffdf4e7e49610c628cee703fe82312?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">rodmoioliveira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img8/277128_4.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">O Complexo de Portnoy</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Minhas impressões sobre o conto</title>
		<link>http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/19/minhas-impressoes-sobre-o-conto/</link>
		<comments>http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/19/minhas-impressoes-sobre-o-conto/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 03:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodmoioliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica Literária]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://impressoesliterarias.wordpress.com/?p=8</guid>
		<description><![CDATA[
O conto, como forma narrativa, envolve alguns elementos estilísticos e formais que, em uma primeira leitura, podem parecer muito intrincados e peculiares, de forma que a sua leitura e decifração exigem um compromentimento visceral do leitor com o texto. Um conto pode ser lido de muitas formas, suas significações mudam de acordo com os ânimos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesliterarias.wordpress.com&blog=3145727&post=8&subd=impressoesliterarias&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img src="http://floresderetorica.files.wordpress.com/2007/06/cortazar6.jpg?w=290&#038;h=411" alt="Julio Cortázar tocando trompete" align="right" height="411" width="290" /></p>
<p>O conto, como forma narrativa, envolve alguns elementos estilísticos e formais que, em uma primeira leitura, podem parecer muito intrincados e peculiares, de forma que a sua leitura e decifração exigem um compromentimento visceral do leitor com o texto. Um conto pode ser lido de muitas formas, suas significações mudam de acordo com os ânimos e o temperamento, suas cores e texturas se dispersam e se coagulam cada vez que nos debruçamos sobre ele. Isso acontece sempre que estamos prontos a perceber os sentidos ocultos que até então nos eram totalmente misteriosos.</p>
<p>Dessa maneira, qualquer forma de leitura desinteressada se torna um desastre para o entendimento do conto. A primeira leitura é sempre insuficiente. São necessárias sucessivas releituras, que devem revelar camadas sobrepostas de entendimento e reconhecimento que nos permitam penetrar no enigma daquele conto. E quando isso acontece, temos a sensação de o ter lido muitas vezes como se fosse a primeira. Esse é o grande barato de ler contos. Sua capacidade mutante, instável, que vacila e que não fixa por si só o sentido da ficcionalidade ali posta. O conto, como forma de narrativa, nada mais é do que uma linguagem, e ser alfabetizado não é o bastante para dominá-la em suas diversas formas, em seus múltiplos dialetos. Como o Pedro bem me disse uma vez, toda forma de arte é uma linguagem que deve ser dominada e aprendida, no intuito de revelar os sentidos escondidos de uma realidade essenciamente sem sentido, transbordante. Talvez, me arrisco a dizer (ou foi o Pedro?), esse contato com a realidade, essa re-ligação primordial, sua compreensão e comunicação (ação de tornar comum), seja o fim último da arte &#8211; da boa arte, pelo menos.</p>
<p>Existem alguns excelentes. Uma casa que é tomada por elementos insondáveis (<span style="font-style:italic;">Casa Tomada, Julio Cortázar</span>), um objeto esférico que concentra todo o universo (<span style="font-style:italic;">O Aleph, Jorge Luis Borges</span>), o amor que paralisa um pintor como uma morte dilacerante (<span style="font-style:italic;">Os Amigos, Juan Carlos Onetti</span>). Neles, o absurdo e o fantástico, o impossível, as fissuras da realidade que revelam a constante e ameaçadora falta de sentido, sempre pronta a atacar e destruir, a contrapelo, o cotidiano trivial e ordinário. Contos que se abatem sobre nós com uma força avassaladora e que tentam descortinar todo um universo de coisas que não sabemos, que nem conseguimos imaginar. Ao meu ver, essa deve ser a função de um conto, essa me parece sua principal proposição em termos de conteúdo, independetente de suas variações formais. Mais do que isso, essa deve ser a função da literatura. Sem mais.</p>
<p><i>Na foto: Julio Cortázar tocando trompete </i></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/impressoesliterarias.wordpress.com/8/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/impressoesliterarias.wordpress.com/8/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/impressoesliterarias.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/impressoesliterarias.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/impressoesliterarias.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/impressoesliterarias.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/impressoesliterarias.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/impressoesliterarias.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/impressoesliterarias.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/impressoesliterarias.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/impressoesliterarias.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/impressoesliterarias.wordpress.com/8/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesliterarias.wordpress.com&blog=3145727&post=8&subd=impressoesliterarias&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/19/minhas-impressoes-sobre-o-conto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/5dffdf4e7e49610c628cee703fe82312?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">rodmoioliveira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://floresderetorica.files.wordpress.com/2007/06/cortazar6.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Julio Cortázar tocando trompete</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Piglia e o meu desespero</title>
		<link>http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/19/piglia-e-o-meu-desespero/</link>
		<comments>http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/19/piglia-e-o-meu-desespero/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 03:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrofelicio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica Literária]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/19/piglia-e-o-meu-desespero/</guid>
		<description><![CDATA[Ricardo Piglia me foi apresentado pelo colega de blogue Rodolfo.Piglia é argentino, escritor, professor da Universidade de Princeton (E.U.A.) e estudioso da literatura argentina.&#8221;Formas Breves&#8221; &#8211; excelente apanhado de alguns de seus ensaios, diários, palestras e artigos &#8211; é uma obra de referência na crítica literária argentina. Acreditem, é uma quantidade de informação difícil de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesliterarias.wordpress.com&blog=3145727&post=7&subd=impressoesliterarias&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Ricardo Piglia me foi apresentado pelo colega de blogue Rodolfo.Piglia é argentino, escritor, professor da Universidade de Princeton (E.U.A.) e estudioso da literatura argentina.&#8221;Formas Breves&#8221; &#8211; excelente apanhado de alguns de seus ensaios, diários, palestras e artigos &#8211; é uma obra de referência na crítica literária argentina. Acreditem, é uma quantidade de informação difícil de digerir assim, de cara. E terrivelmente assustador conhecer nas primeiras vinte ou trinta páginas nomes que são a excelência da literatura argentina contemporânea e que você nunca ouvi falar. Claro, um ou outro nome você conhece, já leu alguns portenhos ilustres, Borges, Cortázar. Outros você conhece de nome, Macedonio Fernández, , Lugones.</p>
<p>Mas a análise de Piglia é minuciosa e passeia de Joyce a Eurípedes, de Poe a Cervantes, de Freud a Roberto Arlt.</p>
<p>Me desespera, sobretudo, a ignorância que tenho em relação aos autores latino-americanos, os vizinhos aqui ao lado. E que eles provavelmente devem ter acerca dos brasileiros, já que quase nunca me é apresentado um novo autor nacional, imagine aos hermanos!</p>
<p>É uma postagem só pra lembrar que nossa literatura está nas estantes mais escondidinhas, que não conhecemos os escritores que falam o mesmo idioma que nós. São incríveis Guimarães Rosa, Machado de Assis, Clarice Linspector, mas há tempos não encontro as referências da nova literatura brasileira (que dirá da latino-americana).</p>
<p>Preciso ler mais a coluna &#8220;livros&#8221; da Ilustrada ou do Caderno 2?</p>
<p>Duvido.</p>
<p>Ricardo Piglia. <i>Formas Breves</i>. Companhia das Letras: São Paulo, 2004.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/impressoesliterarias.wordpress.com/7/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/impressoesliterarias.wordpress.com/7/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/impressoesliterarias.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/impressoesliterarias.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/impressoesliterarias.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/impressoesliterarias.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/impressoesliterarias.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/impressoesliterarias.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/impressoesliterarias.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/impressoesliterarias.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/impressoesliterarias.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/impressoesliterarias.wordpress.com/7/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesliterarias.wordpress.com&blog=3145727&post=7&subd=impressoesliterarias&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/19/piglia-e-o-meu-desespero/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/389c1c531291398907299efed343c9cd?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">pedrofelicio</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Prólogo</title>
		<link>http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/19/prologo/</link>
		<comments>http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/19/prologo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 03:07:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrofelicio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelâneas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/19/prologo/</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Desocupado leitor, acredite que eu gostaria que este blog, como filho do entendimento, fosse o mais bonito que se pudesse imaginar. Mas não me é possível ir contra a ordem da natureza; que nela cada coisa gera seus próprios semelhantes&#8221;.
Paráfrase, tradução ignorante e simplificação grosseira de trecho do prólogo de Miguel de Cervantes para “El [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesliterarias.wordpress.com&blog=3145727&post=6&subd=impressoesliterarias&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>&#8220;Desocupado leitor, acredite que eu gostaria que este blog, como filho do entendimento, fosse o mais bonito que se pudesse imaginar. Mas não me é possível ir contra a ordem da natureza; que nela cada coisa gera seus próprios semelhantes&#8221;.</p>
<p>Paráfrase, tradução ignorante e simplificação grosseira de trecho do prólogo de Miguel de Cervantes para “El ingenioso hidalgo Don Quijote de La Mancha”.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/impressoesliterarias.wordpress.com/6/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/impressoesliterarias.wordpress.com/6/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/impressoesliterarias.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/impressoesliterarias.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/impressoesliterarias.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/impressoesliterarias.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/impressoesliterarias.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/impressoesliterarias.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/impressoesliterarias.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/impressoesliterarias.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/impressoesliterarias.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/impressoesliterarias.wordpress.com/6/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesliterarias.wordpress.com&blog=3145727&post=6&subd=impressoesliterarias&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/19/prologo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/389c1c531291398907299efed343c9cd?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">pedrofelicio</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Para Começar&#8230;</title>
		<link>http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/13/para-comecar/</link>
		<comments>http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/13/para-comecar/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 05:58:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodmoioliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelâneas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/13/para-comecar/</guid>
		<description><![CDATA[Um bom livro, literatura de preferência. Em seguida, o silêncio das madrugadas insones, ou o silêncio contínuo dos burburinhos das ruas, esse ruído constante do sacolejar dos ônibus, ou das rajadas de vento inesperadas anuciando a chegada do metrô. Depois, um ensimesmamento, uma predisposição à solidão, às transmutações do tempo e dos espaços, das vontades [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesliterarias.wordpress.com&blog=3145727&post=3&subd=impressoesliterarias&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Um bom livro, literatura de preferência. Em seguida, o silêncio das madrugadas insones, ou o silêncio contínuo dos burburinhos das ruas, esse ruído constante do sacolejar dos ônibus, ou das rajadas de vento inesperadas anuciando a chegada do metrô. Depois, um ensimesmamento, uma predisposição à solidão, às transmutações do tempo e dos espaços, das vontades e dos desejos. Mais tarde, as flutuações e os suores. E, enfim: o entendimento. Guardemos esse espaço para nossas impressões, nossos palpites e nossas intuições. O que estou lendo, e o que vocês estão lendo, isso é o que deve interessar&#8230;</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/impressoesliterarias.wordpress.com/3/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/impressoesliterarias.wordpress.com/3/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/impressoesliterarias.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/impressoesliterarias.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/impressoesliterarias.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/impressoesliterarias.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/impressoesliterarias.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/impressoesliterarias.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/impressoesliterarias.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/impressoesliterarias.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/impressoesliterarias.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/impressoesliterarias.wordpress.com/3/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesliterarias.wordpress.com&blog=3145727&post=3&subd=impressoesliterarias&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://impressoesliterarias.wordpress.com/2008/03/13/para-comecar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/5dffdf4e7e49610c628cee703fe82312?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">rodmoioliveira</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>